São simples sopros que libertam pequenas palavras que me habitam

04
Fev 08

Por vezes nem sei o que sinto: fico ausente mesmo quando presente, sozinha mesmo rodeada pelo mundo, distante mesmo quando estou próxima, forte mesmo me sentindo a desfalecer, brinco quando quero é chorar, sorrio mesmo quando quero morrer.

Pelo passeio arterial do meu corpo, revejo lacunas outrora preenchidas, outrora vazias. Será que vivo?Respiro o meu, o teu, o nosso, o vosso ar, mas será que vivo?

Não preciso de ninguém, mas sinto que te quero. Nesta váscula procura pressinto que és...indiferente! Será que afinal vivo e tu meramente te arrastas pelos passeios da dúvida? Ou será que aí, no alto do mundo, sossegas por uma certeza que não a sentes? Só sei que, aos poucos, as lágrimas congelam e o medo encerra as suas portas.

Por todos os momentos em que, juntos...SORRIMOS!

soprado por soprosdemar às 00:56

Fevereiro 2008
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