São simples sopros que libertam pequenas palavras que me habitam

10
Ago 08

 

 

Defino-me como um ser intenso, mas incógnito neste mundo e por vezes acordo, ou nem durmo, com borboletas de pensamentos a invadir o meu corpo... hoje, ou desde ontem, fui invadida por simples e litigiosas questões, talvez seja da febre ou do desejo de mudança. Partilho-as, com a esperança de  respostas semelhantes às que descubro, ou diferentes?

 

imagem retirada da net

 

 

Saudade remete um passado vivido ou um presente vazio?
Remorsos revelam consciência ou mascaram a vontade de prosseguir?
Resposta, será a luz de um diamante em bruto ou transportará a escuridão da alma?
Medo é uma cobardia ou a motivação dos heróis?
Sorriso, a força do nosso dia ou dissimula pesadelos?
Lágrimas libertam sopros aprisionados ou apelam auxílio?
Dor… repele coragem ou evoca a delícia do prazer?
Sentir é inato ou adquirido?
Entrega, um objectivo ou devoção?
Viver, com interrogações ou certezas do nada?
Amar com ou sem paixão?
Morrer, o término ou o pulsar do renascimento?

 

soprado por soprosdemar às 00:21
sinto-me:
música: What might have been - Silje Nergaard

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